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O Conceito de Princípio

Um princípio é uma lei ou regra fundamental que serve como base para um sistema de conhecimento ou teoria. Ele estabelece verdades gerais aplicadas consistentemente para descrever e explicar fenômenos. Derivam de observações empíricas, experimentos e raciocínio lógico, fornecendo a estrutura para leis e teorias.

Matriz Fundamental (Resumo)

Trata-se de um método específico e sigiloso para operar no mercado financeiro, testado matematicamente em mais de 1.000 anos de dados e eficiente em diversos ativos (forex, commodities, índices futuros). É atemporal, baseado em conceitos matemáticos como fractais.

  • Funciona igualmente em mercados de alta ou baixa.

  • Apresenta desempenho consistente (média 20% ao mês por 2-3 anos), mesmo em eventos cisne negro.

    O que é um Evento Cisne Negro?

    Um evento "cisne negro" é um acontecimento extremamente raro, imprevisível e com consequências graves e amplas. É algo que ninguém esperava e que muda drasticamente o cenário (como uma crise financeira inesperada ou uma pandemia).

  • Rastreia conexões ocultas entre mercados.

  • Envolve a compreensão de desequilíbrio entre demanda e oferta, aceleração dos preços e viés do fluxo assimétrico.

  • Seu uso é exclusivo e sigiloso.

Princípios Fundamentais ("Gênesis")

Princípio da Completude e da Incompletude

  1. A metodologia é baseada na descrição do comportamento do mercado.
  2. O mercado se comporta em Ondas.
  3. As Ondas geram Ciclos.
  4. Os Ciclos podem estar COMPLETOS OU INCOMPLETOS.
    1. Após um Ciclo Completo para um lado, o mais provável é que tenha um Ciclo Completo para o outro lado.
    2. No mercado, os preços tendem a se deslocar da Incompletude em direção à Completude.
    3. Quando os preços não vão chegar na sua Completude, eles farão uma interrupção abrupta do movimento em direção contrária à Completude (Ver Princípio das Interrupções Abruptas).
  5. As operações mais RENTÁVEIS são:
    1. Atacando um Ciclo Completo (COMPLETUDE); OU
    2. Operando a Favor de um Ciclo Incompleto (INCOMPLETUDE) que foi precedido por um Ciclo Completo (COMPLETUDE).
    3. Operando a Venda a favor da Incompletude para Baixo do tempo gráfico maior, atacando a Completude para Cima do tempo gráfico menor (Ex: Onda 4 Ext H4 de Baixa SEM Exp que a Perna B corrigiu com 5 Ondas de CEH de Alta com Exp38+).
  6. O princípio de atacar COMPLETUDES é:
    1. Quanto mais completo um Ciclo está PARA CIMA e quanto maior a Demonstração de Força PARA BAIXO, mais aumentam as chances de iniciar um novo Ciclo de Baixa (Formação da COISA de Baixa e da FALHA de Baixa).
  7. O princípio de operar a Favor de INCOMPLETUDES precedidas por COMPLETUDES é:
    1. Quanto mais completo um Ciclo está PARA CIMA, mais aumentam as chances de ter um Ciclo Completo PARA BAIXO.
    2. Se o Ciclo de Baixa ainda não está Completo PARA BAIXO, posso continuar operando a favor dessa Incompletude até que o Ciclo chegue na sua Completude OU até que o Ciclo de Baixa seja abruptamente interrompido.
    3. A melhor maneira de operar Vendendo a favor da Completude para Baixo (Ou Mais) é estar a favor das Incompletudes dos tempos gráficos maiores (Ex: Operar a Onda 8 Ext H4 de Baixa a favor do VTS de Baixa SEM Exp e a favor da Onda 3 CH4 de Baixa SEM Exp).
    4. Quanto maior o somatório de Incompletude para Baixo dos diferentes tempos gráficos, maior é a demonstração de Desequilíbrio para Baixo.
    5. A melhor maneira dos preços continuarem caindo é passar pelos MRs importantes com Incompletudes para Baixo. Quanto mais Incompletudes para Baixo ao passar por um MR importante, maior a chance dos preços continuarem caindo.

Princípio da Harmonização e da Coerência

  1. O princípio da Harmonização e da Coerência trata da integração precisa e coerente dos padrões e personagens presentes no Contexto, alinhados para uma mesma direção. Encontra ordem no caos das múltiplas variáveis e forças do mercado.
  2. O que é Harmonização?
    • De forma ampla, são as Coincidências corretas acontecendo no Contexto correto.
    • Coincidências corretas estão relacionadas a: Relação dos preços, médias, Ondas e Ciclos com MRs importantes; Scores e Placares; Alinhamento de Vieses; Número de Ondas, Expansões, etc.
  3. Buscando Grandes Desequilíbrios: Estamos à procura de GRANDES DESEQUILÍBRIOS para ganhar dinheiro de forma rápida e consistente.
    • Quanto mais alinhada e harmônica for a demonstração de desequilíbrio no gráfico Diário + Ciclos Ext H4 + Ext H4, maior a chance de ter um grande desequilíbrio por muito tempo.
    • Os tempos gráficos determinantes para uma operação correta (Método V.F.) são o Ext H4 + Ciclos ExtHora + C13.
    • Harmonização não significa necessariamente coincidência de Ondas, porém quando as Ondas coincidem (Ex: Onda 2 Ext H4 de Baixa + Onda 2 de Ciclos ExtHora de Baixa), além de ser uma combinação harmônica, isso tende a gerar um grande movimento. Quanto maior a coincidência das Ondas nos diferentes tempos gráficos, maior tende a ser o movimento.
  4. Vantagens da Harmonização (Ex: Ondas de Ciclos Ext H4 E/OU MDY com o Ext H4):
    • Por ser uma grandeza maior, os desequilíbrios a favor dessa grandeza tendem a ser maiores e mais duradouros.
    • Ajuda a decidir quando operar e quando não operar o Ou Mais do Ext H4.
Exemplo Operacional Desalinhado (Mas Correto)

Operacionalmente, nem sempre todos os personagens precisam estar alinhados para entrar em uma operação. Por exemplo:

  1. Após uma Completude de 5+ Ondas MixuG15 de Alta COM Exp38+ Dentro do Dia, ocorre a Coisa MixuG15 de Baixa E uma Falha MixuG15 de Baixa em 1 Onda MixuG15 de Baixa.
  2. O MDD está de Baixo para Cima.
  3. Neste caso, mesmo com o MDD de Baixo para Cima (desalinhado com os outros personagens) ainda assim é correto fazer uma Venda.

Princípio da Hierarquização (Absoluta e Relativa)

  1. O princípio da Hierarquização é a determinação do grau de importância de cada personagem/variável presente no Contexto. Atribui valores absolutos (peso fixo baseado em importância intrínseca) e relativos (peso ajustado conforme condições de mercado em tempo real) às variáveis e padrões.
  2. Hierarquização Absoluta: Define o impacto fundamental de certos elementos.
    • Hierarquização dos Personagens:
      • Exemplos: O Ciclo é mais importante que a Onda. A Onda é mais importante que o Preço.
    • Hierarquização dos Tempos Gráficos:
      • O Diário é mais importante que o ExtG60.
      • O ExtG60 é mais importante que o MixuG60.
      • O MixuG60 é mais importante que o MixuG15.
      • O MixuG15 é mais importante que o ExtG01.
      • O ExtG01 é mais importante que o MixuG01.
  3. Hierarquização Relativa: Adapta a importância das variáveis ao contexto e sequência de eventos, priorizando as mais relevantes no momento. Permite uma análise estruturada e adaptativa, respondendo eficientemente às mudanças do mercado.

Princípio do Alinhamento dos Tempos Gráficos

  1. O princípio do Alinhamento dos Tempos Gráficos trata da coerência entre os Tempos Gráficos para uma mesma direção. (Relacionado à Harmonização).
Exemplo
  • Onda 2 ExtG60 de Baixa, sendo no MixuG15 uma Onda 4 MixuG15 de Baixa que Subiu com 5 Ondas ExtG01 de Alta, com Coisa ExtG01 de Baixa.

Princípio da Simultaneidade / Sincronicidade

  1. O princípio da Simultaneidade é quando acontece o maior número de eventos/personagens/padrões no mesmo momento/movimento/lugar. A capacidade de diferentes forças ou padrões de mercado se alinharem de maneira precisa e harmônica, criando momentos críticos ideais para operação (Sincronicidade).
  2. Quanto mais personagens/padrões estiverem acontecendo/convergindo no mesmo momento/movimento/lugar, mais relevante se torna esse ponto e maior a chance de uma operação rentável.
    • Exemplo: Simetria entre Falha/Ret/Exp.
    • Representa a convergência temporal de múltiplos elementos (ciclos, simetrias, desequilíbrios), revelando um alinhamento estrutural oculto.

Princípios Detalhados e Operacionais

Princípio do Desequilíbrio (Geral e Assimétrico)

  1. Conceito Fundamental: O que faz com que os preços se movimentem são os Desequilíbrios.
    • Se existe um Desequilíbrio para Cima, o mais provável é que os preços subam.
    • Se existe um Desequilíbrio para Baixo, o mais provável é que caiam.
    • Quanto maior o Desequilíbrio, maior e mais rápido tende a ser o movimento para o lado deste Desequilíbrio.
    • Refere-se a uma instabilidade no sistema causada por uma desigualdade estrutural entre os elementos (oferta e demanda) - Desequilíbrio Assimétrico.
  2. Operacional: Operamos a favor de Fortes, Muito Fortes ou Fortíssimos Desequilíbrios.
  3. Medindo o Desequilíbrio (Exemplos):
    • Formação de A's e V's de Perna Curta:
      • É a maneira mais confiável de medir o Desequilíbrio no gráfico.
      • Quanto maior o tamanho da Perna A, maior o Desequilíbrio a favor.
      • Quanto mais estragos feitos na Perna A e mantidos/incrementados na Perna B (lembrar do "Presidente Prudente"), maior o Desequilíbrio.
    • Vieses: Alinhamento de vieses (Ex: Viés do Fluxo Assimétrico).
    • Relações com MRs importantes:
      • Relação dos preços com o MR.
      • Relação das Bolinhas (médias) com o MR.
      • Relação das Ondas e Ciclos com o MR.
      • Quanto mais importante o MR e/ou quanto maior o número de MRs na relação, maior o Desequilíbrio.
    • Relação entre Médias Móveis (MMs):
      • Passagem de MM rápida abaixo de MM lenta = Desequilíbrio para Baixo.
      • Quanto maior a distância, a velocidade da passagem e a Incompletude para Baixo no momento da passagem, maior o Desequilíbrio para Baixo.
      • Manutenção de MMs rápidas abaixo das lentas nas correções de alta (em Ciclo de Baixa) indica Desequilíbrio para Baixo.
    • Rastreamento de Conexões Ocultas: A Matriz identifica como o desequilíbrio em um mercado afeta outros (Viés da Assimetria Estrutural Oculta).
  4. Conflito entre Tempos Gráficos: O Desequilíbrio de um tempo gráfico maior pode estar contrário ao Desequilíbrio de um tempo gráfico menor.
    • Exemplo V.F.: Desequilíbrio maior para Baixo (VTS de Baixa Consolidado SEM Exp) vs. Desequilíbrio menor para Cima (Onda 2 Ext H4 de Alta de Expansão ACIMA da LT, ACIMA do FSA, com VS8 de Alta e VH4 de Alta).

Princípio da Aceleração e Desaceleração

  1. O desequilíbrio entre oferta e demanda está ligado à aceleração e desaceleração dos preços. A Matriz/Metodologia detecta essas mudanças, identificando pontos chave para entrada/saída.
  2. Ganhos mais rápidos minimizam o custo de oportunidade, permitindo realocação de capital.

Princípios das Simetrias

  1. Ciclos de alta e baixa seguem padrões simétricos com proporções definidas, independentemente da extensão. A matriz/metodologia detecta início e fim dos ciclos com base nessa simetria, derivada de testes estatísticos e probabilísticos transformados em padrões matemáticos.

Princípio da Fractalidade

  1. Padrões de completude/incompletude e simetrias se manifestam de forma fractal, repetindo-se em diferentes escalas de tempo com as mesmas propriedades. Isso permite operar com precisão em qualquer horizonte temporal, otimizando entradas/saídas e gestão de risco.

Princípio da Primazia do Timing vs Preço

  1. O timing (momento exato de entrada/saída) é mais crucial que o preço. Identificar o ponto ótimo em que as forças de mercado se alinham com o desequilíbrio previsto pela matriz/metodologia maximiza a vantagem estratégica.
  2. O preço reflete as forças, mas o timing determina a execução precisa após a identificação do desequilíbrio por padrões matemáticos. Saber quando agir é o diferencial.

Princípio das Congruências e Incongruências

  1. Existem padrões matemáticos/gráficos de continuidade (congruência) de um ciclo, válidos até seu final.
  2. Perto do fim do ciclo:
    • Padrões de continuidade tornam-se desarmônicos.
    • Surgem padrões de incongruência, sinalizando o fim do ciclo atual e o início de um novo.
  3. Incongruências indicam o fechamento de operações no ciclo atual e a abertura de novas na direção contrária.

Princípio das Interrupções Abruptas

  1. Trata de movimentos contrários a uma Incompletude que são capazes de impedir que o Ciclo chegue na sua Completude.
  2. As Interrupções Abruptas PARA BAIXO de um Ciclo de Alta são geradas pela formação de um Pivô de Baixa ABAIXO de 2+ linhas do próprio tempo gráfico (Ex: Abaixo da Coisa/Falha de Baixa).
  3. Visão da Matriz: Refere-se ao surgimento de padrões de incongruência durante a incompletude de um ciclo, indicando desarmonia com a fase atual, independentemente de movimentos bruscos de preço ou volatilidade. Ao identificar: fechar operações existentes ou não operar no ciclo.

Princípio do Tamanho e Proporção

  1. Quanto maior o tamanho do movimento (amplitude), maior é a demonstração de desequilíbrio para aquele lado. (Nota: O ponto 2 estava incompleto na fonte original)

Princípio do Tempo

  1. Velocidade: Quanto mais rápido acontecerem os estragos (Ex: para Baixo), maior a demonstração de desequilíbrio (Ex: Cuelinho Super Clássico > Cuelinho Clássico).
  2. Relevância Temporal: Quanto mais antigo é um Personagem / Evento gráfico, menor se torna sua relevância atual (Ex: MV de 6 meses atrás < MV de 1 mês atrás).

Relação dos Personagens com os Marcos Referenciais (MRs)

Os PERSONAGENS aos quais fazemos referência são:

  1. Preços
  2. Ondas
  3. Ciclos
  4. Estrutura de Pivôs (isoladamente é a relação mais importante com o MR)

Os MARCOS REFERENCIAIS (MRs) aos quais fazemos referência são:

  1. Falhas
  2. Vacilos
  3. Extremos
  4. Vértices
  5. Rets
  6. Exps

Relação dos Preços com o MR

  1. O princípio da relação dos Preços com o MR é que quando os preços se relacionam com os MRs, eles transmitem mensagens sobre a Força ou Fraqueza daquele movimento.
  2. Essas demonstrações de Força ou Fraqueza, são lidas no gráfico por meio dos:
    1. Fechamentos de Candles ACIMA ou ABAIXO do MR; OU
    2. Pavios dos Candles deixados de SUPORTE ou RESISTÊNCIA no MR.
Exemplo
  1. Swing/Rally G60 de Baixa chegando em uma Falha ExtG60 de Baixa.
  2. Ocorre um Fechamento G60 ABAIXO da Falha ExtG60 de Baixa, ou seja, é uma demonstração de Força PARA BAIXO.

Relação das Ondas com o MR

  1. O princípio da relação das Ondas com o MR se refere ao número de Ondas e Exp que passam pelo MR.
  2. A maneira como as Ondas e Exp passam pelo MR transmite uma mensagem de Força OU de Fraqueza daquele movimento.
  3. Quanto maior a INCOMPLETUDE passando pelo MR, mais FORTE é o movimento. As maneiras que demonstram FORÇA são:
    1. 1 Onda SEM OSC (melhor maneira de passar pelo MR para continuidade do movimento).
    2. 3 Ondas SEM Exp E SEM OSC.
  4. Quanto maior a COMPLETUDE passando pelo MR, mais FRACO é o movimento. As maneiras que demonstram FRAQUEZA são:
    1. 1 Onda COM OSC.
    2. 3 Ondas COM Exp38+.
    3. 5+ Ondas SEM Exp.
    4. 5+ Ondas COM Exp38+ (esta é a pior maneira de passar pelo MR para continuidade do movimento).

Relação do Ciclo com o MR

  1. O princípio da relação do Ciclo com o MR se refere à relação de SUPORTE, SUBJUDICE ou RESISTÊNCIA que o Ciclo estabelece com o MR.
  2. A relação de SUPORTE do Ciclo de Alta com o MR ocorre quando:
    1. Situação 1/2:
      1. A Estrutura de Pivô de Alta está ACIMA do MR E forma o C deste Ciclo de Alta.
      2. O momento da feitura do C estabelece a relação de SUPORTE do Ciclo com o MR.
    2. Situação 2/2:
      1. A Estrutura de Pivô de Alta está ABAIXO do MR, forma um novo Pivô de Alta ACIMA do MR E forma o C do Último Pivô de Alta.
      2. O momento da feitura do C do Pivô de Alta que está ACIMA do MR estabelece a relação de SUPORTE do Ciclo de Alta com o MR.
  3. A relação SUBJUDICE do Ciclo de Alta com o MR ocorre quando:
    1. A Estrutura de Pivô de Alta está ABAIXO do MR E forma o C deste Ciclo de Alta ACIMA do MR.
    2. O momento da feitura do C estabelece a relação SUBJUDICE do Ciclo com o MR. A relação de SUPORTE OU RESISTÊNCIA será definida na estrutura do próximo Pivô de Alta e a feitura do C que se formar.
  4. A relação de RESISTÊNCIA do Ciclo de Alta com o MR ocorre quando:
    1. Situação 1/2:
      1. A Estrutura de Pivô de Alta está ABAIXO do MR E forma o C deste Ciclo de Alta ABAIXO do MR e os preços permanecem ABAIXO do MR.
    2. Situação 2/2:
      1. Após a relação subjudice do Ciclo de Alta com o MR, forma-se uma Estrutura de Pivô de Alta ABAIXO do MR E forma o C do Último Pivô de Alta ACIMA ou ABAIXO do MR.
      2. O momento da feitura do C deste Pivô de Alta estabelece a relação de RESISTÊNCIA do Ciclo de Alta com o MR.

Relação da Estrutura de Pivô com o MR

  1. O princípio da relação da Estrutura do Pivô com o MR consiste em identificar:
    1. Uma Estrutura de um Pivô de Alta ou de Baixa (A de Perna Curta OU V de Perna Curta).
    2. Se a relação dessa Estrutura de Pivô com o MR está de Suporte ou Resistência.
Exemplo
  • Após 5+ Ondas MixuG15 de Alta, os preços chegam na Exp38 deste Pivô e formam uma estrutura de Pivô MixuG15 de Baixa abaixo da Exp38 (V de Perna Curta).
  1. Isoladamente, a relação da Estrutura do Pivô COM o MR é a relação mais importante.

Princípio da Proximidade e Distanciamento com os MRs

  1. O princípio da Proximidade e Distanciamento dos MRs trata da relação que os preços estabelecem ao se aproximar ou perfurar 1+ (um ou mais) MRs e, posteriormente, se distanciar deles.
    1. A relação de proximidade pode ser de SUPORTE ou RESISTÊNCIA.
  2. A relação de SUPORTE será estabelecida quando os preços chegarem de Cima para Baixo no MR:
    1. Se aproximarem e não vencerem o MR; OU
    2. Perfurarem o MR e voltarem ACIMA do MR.
  3. A relação de RESISTÊNCIA será estabelecida quando os preços chegarem de Baixo para Cima no MR:
    1. Se aproximarem, vencerem o MR passando ABAIXO E permanecendo ABAIXO do MR.
Exemplo de Venda (Lidar com Proximidade de Suporte e Distanciamento para Cima)
  1. Os preços se aproximam de Cima para Baixo do MR, estabelecendo uma relação de Proximidade.
  2. Os preços se distanciam PARA CIMA do MR:
    1. Em Contextos a Favor de Incompletudes PARA BAIXO, a distância pode ser MEDIANA, desde que os preços sejam precedidos por:
      1. Completude PARA CIMA; OU
      2. Correção PARA CIMA.

Princípio da Posição Absoluta vs Posição Relativa

A importância de cada referência gráfica é dupla: existe uma hierarquia fixa (Posição Absoluta), mas o contexto pode inverter essa hierarquia (Posição Relativa).

  • Posição Absoluta: Uma ordem "pré-definida" de relevância (ex.: Falha EH4 > Falha CEH; Rei Arthur > Excalibur).
  • Posição Relativa: No momento em que o preço interage com essas referências, a que estiver "mandando" na cena — por proximidade ou atuação direta no padrão — passa a ser a mais influente, mesmo que seja, em termos absolutos, a de menor peso.

Consequência prática: Sempre verifique qual referência o preço está efetivamente usando no setup atual; ela pode sobrepor a hierarquia teórica enquanto aquele contexto durar.

Princípios do Início e do Desenvolvimento do Ciclo

Princípio do "Ou Mais"

  • O princípio do OU MAIS acontece quando existem no gráfico personagens que indicam a possibilidade de "espichar" o número de Ondas e Exp do mesmo tempo gráfico ou de um tempo gráfico menor.
  • Personagens que podem gerar o Princípio do OU MAIS:
    • Um tempo gráfico MAIOR com INCOMPLETUDE de Ondas E/OU Exp que pode espichar o número de Ondas E/OU Exp de um tempo gráfico MENOR.
    • Em um tempo gráfico (exemplo de Baixa) que apresenta completude de 5+ Ondas e Exp PARA BAIXO, a relação de RESISTÊNCIA dos Pivôs de Baixa desse tempo gráfico com os MRs pode gerar o OU MAIS desse tempo gráfico.
      • Exemplo: Pivô Intraday de Baixa DESTRAVADO para Cair que usa de RESISTÊNCIA a Exp38 do Pivô Principal.
Observação

Um Pivô Intraday G15 de Baixa não é capaz de gerar o Ou Mais em um Contexto de Completude (5+ Ondas com Exp38) do G60 para Baixo.

  • Como lidar com a possibilidade do OU MAIS do tempo gráfico MENOR nas CORREÇÕES do tempo gráfico MAIOR? Opere a partir de (Exemplo de Venda):
    • Completude (5+ Ondas) de Ondas PARA CIMA do tempo gráfico MAIOR; OU
    • Correção (3 Ondas) COM Exp PARA CIMA do tempo gráfico MAIOR; OU
    • Interrupção Abrupta do Movimento de Alta do tempo gráfico MAIOR; OU
    • Estragos PARA BAIXO do tempo gráfico MAIOR + Super-Trava do tempo gráfico MAIOR de RESISTÊNCIA.

Sobre o Pimpão Frustrado

  • O princípio do PIMPÃO FRUSTRADO é um comportamento dos preços que inicialmente demonstrou força E na sequência demonstra fraqueza da continuidade dos preços naquela direção em que mostrou força.
  • O PIMPÃO FRUSTRADO DE BAIXA acontece após:
    • 3 Ondas de Alta:
      • Os preços fazem uma Nova Mínima em relação ao extremo de Baixa E voltam ACIMA da Mínima que foi vencida; OU
    • 5+ Ondas de Alta:
      • Os preços fazem uma Nova Mínima em relação a:
        1. Onda 2 de Alta E voltam ACIMA da Mínima da Onda 2 de Alta; OU
        2. Extremo de Baixa E voltam ACIMA da Mínima que foi vencida.
  • O personagem do Pimpão Frustrado sempre dificulta o movimento dos preços para o lado em que foi frustrado. O contexto do tempo gráfico MAIOR é capaz de alterar as consequências do pimpão frustrado, fazendo com que os preços ainda sigam na direção do Pimpão Frustrado.
  • Como lidar com o princípio PIMPÃO FRUSTRADO DE BAIXA (Exemplo de Venda):
    • Os preços se afastam PARA CIMA da referência mais Baixa; OU
    • Formam um Pivô ABAIXO da referência que teve relação; OU
    • Formam um ABC ABAIXO da referência que teve relação.

Princípio do Desalinhamento de Personagens

  • O princípio do Desalinhamento de Personagens trata de situações gráficas em que existem personagens equivalentes e próximos que apontam em direções opostas.
Exemplo
  • Falha ExtG60 de Alta e Falha MixuG60 de Baixa em movimentos G60 próximos em Tempo e Preço e com Incompletudes para Cima e para Baixo.
  • Como lidar com o princípio do Desalinhamento de Personagens (Exemplo de Venda):
    • Quando o gráfico está nesta situação, as entradas devem ter Estrutura de Pivôs de Baixa a favor da Operação de Venda.

Princípio dos Contextos que Podem Frustrar Personagens

  • O princípio dos Contextos que podem frustrar Personagens trata de locais do gráfico em que o surgimento de personagens contrários a este Contexto pode não cumprir suas mensagens (ter sua mensagem frustrada).
  • Os Contextos que têm maior chance de frustrar Personagens são:
    • Situação 1/2:
      • Em uma Incompletude do próprio tempo gráfico ou de um tempo gráfico maior.
      • Aparece um personagem do mesmo tempo gráfico ou de um tempo gráfico menor contrário à primeira Incompletude.
        • Exemplo: Na Onda 3 ExtG60 de Baixa SEM Exp, ocorre uma Falha MixuG15 de Alta em 1 Onda MixuG15 de Alta e na sequência uma Retomada da Falha MixuG15 de Baixa em 1 Onda.
    • Situação 2/2:
      • Em uma Completude do próprio tempo gráfico ou de um tempo gráfico maior.
      • Aparece um personagem na mesma direção da Completude do próprio tempo gráfico ou do tempo gráfico maior.
        • Exemplo: Após 5+ Ondas MixuG15 de Alta com Exp38+ aparece um Pivô Intraday MixuG15 de Alta que usa a Exp38+ de Resistência.

Princípio dos Biruleibes

  • O princípio dos Biruleibes trata do impulsionamento e posterior travamento do ciclo em que se encontra.
  • No início do Movimento, os Biruleibes impulsionam os preços fazendo com que cheguem na Exp38+ do Biruleibe.
  • Após chegar na Exp38 ou na Exp56 do Biruleibe de Baixa e usá-la de SUPORTE, o Ciclo de Baixa estará travado para Cair.
  • A Completude de 5+ Ondas COM Exp38+ do Biruleibe de Baixa, concede ao Ciclo Principal COMPLETUDE de Ondas e Exp, mesmo que o Ciclo Principal não esteja Completo de Exp.
  • O Ciclo de Baixa poderá destravar para Cair se os preços usarem a Exp38 ou Exp56 de RESISTÊNCIA e formarem um Pivô de Baixa ABAIXO da Exp38/Exp56 do Biruleibe.

Princípio das Dívidas Pendentes

  • O princípio das Dívidas Pendentes diz que quando o Ciclo de Baixa atual é precedido por um Ciclo de Alta Incompleto de Ondas OU Exp PARA CIMA, o Ciclo de Baixa terá maior dificuldade de chegar em sua Completude de 5+ Ondas com Exp38+ de Baixa.

Princípio da Renovação

  • O princípio da Renovação do Ciclo de Baixa trata de personagens do próprio tempo gráfico que têm a capacidade de gerar um novo Ciclo de 5+ Ondas com Exp PARA BAIXO, ainda que seja precedido por um Ciclo Completo de 5+ Ondas com Exp38+ de Baixa.
  • Os personagens que renovam o Ciclo PARA BAIXO são:
    • Correção em ABC+ de Alta do próprio tempo gráfico; OU
    • Retomada da Falha de Baixa em Contexto de Incompletude PARA BAIXO do tempo gráfico maior.

Princípio do Comportamento Pimpão

  • O princípio do Comportamento Pimpão trata da identificação e manutenção da saúde do Ciclo.
  • Um Ciclo Pimpão de Baixa começa forte PARA BAIXO e mantém-se coerente com a força durante o seu desenvolvimento.
    • Comportamento de um Ciclo Pimpão de Baixa:
      • Ondas Ímpares de Baixa devem ser fortes para Baixo, fazendo estragos PARA BAIXO e mantendo-se fortes para Baixo.
      • Ondas Pares de Baixa devem ser fracas ou moderadas para Subir, gerando pouco ou nenhum estrago PARA CIMA, demonstrando coerência com a força do Ciclo para Baixo.

Princípio Claudinho & Buchecha

  • O princípio do Claudinho & Buchecha trata de estragos feitos em um tempo gráfico que não foram capazes de gerar estragos em um tempo gráfico menor. Esse fenômeno demonstra uma incoerência e fraqueza do estrago feito no tempo gráfico.
Exemplos
  • Um Pivô G15 de Baixa ABAIXO da Falha MixuG15 de Baixa SEM uma Coisa do ExtG01 de Baixa.
  • Fazer a Falha MixuG15 de Baixa e não fazer a Falha ExtG01 de Baixa.

Princípio da Super-Trava

  • O princípio da Super-Trava trata de uma região com 2+ linhas próximas entre si, capaz de impedir a continuidade do movimento que chegou nesta região.
  • Quanto maior o número de linhas compondo a Super-Trava, mais força ela tem de atrapalhar/impedir a passagem dos preços.
  • Uma Super-Trava de SUPORTE é capaz de impedir que um Ciclo de Baixa chegue na sua Completude de 5+ Ondas de Baixa com Exp38+.
  • A Super-Trava pode ser de duas categorias:
    • Super-Trava Contextual: Envolve 2+ linhas do Diário E/OU do G60 (sendo Falha/Vacilo/Extremo).
    • Super-Trava Interna: Envolve 2+ linhas do próprio tempo gráfico.
Observação

A Super-Trava mais importante é aquela que acontece dentro do próprio Ciclo.

Princípio da Antevisão Gráfica

Antes de iniciar uma operação, é fundamental visualizar o cenário gráfico que se formaria caso os preços se movam na direção esperada (alta ou baixa). Essa antevisão ajuda a confirmar a lógica da entrada e a preparar a gestão da posição.

Antevisão de CompraAntevisão de Venda
Antevisão CompraAntevisão Venda

Princípios para Entrar em uma Operação

Princípio Geral do Ataque ao MR

  • O princípio Geral do Ataque ao MR trata do nível de exigência e do número de MRs de RESISTÊNCIA em relação à Completude ou Incompletude do Ciclo de Alta que se relaciona com o MR de RESISTÊNCIA.
  • A melhor maneira para se atacar um MR Vendendo é com os preços chegando de Baixo para Cima em um Ciclo de 5+ Ondas de Alta com Exp38+, utilizando o MR de RESISTÊNCIA.
  • Outra maneira bastante rentável de atacar MRs é com um acúmulo de 3+ linhas na mesma região.
    • Completude (5+ Ondas com Exp) chegando em 1+ MR + Demonstração de força = Operação.
    • Incompletude (Ondas e/ou Exp) chegando em 3+ MRs + Demonstração de força = Operação.
Atenção

Um grande número de linhas ("caralhão de linhas") não é capaz de deter TODAS as Incompletudes.

Princípio das Ondas Serrilhadas

  • Se está serrilhado, utilize as Ondas de Baixa para Vender.
  • Se a distância entre os Vértices de Cima e de Baixo estiver Longe, posso Vender somente com os Vértices de Cima.

Princípio da Entrada Espetada

  • Só existem entradas espetadas se houve completude PARA CIMA no movimento anterior.

Tamanho do Stop

  • A distância da Entrada até o ponto de colocação do Stop deve ser MENOR OU IGUAL a 30% da OSC da moeda operada.

Relação Ganho x Stop

  • A relação GANHO x STOP da operação deve ser maior ou igual a 1:1.

Sobre a Região da Entrada

  • Sobre a REGIÃO DA ENTRADA:
    • Vender COLADO e ABAIXO de uma Falha/Vacilo/Extremo do G60/G15; OU
    • Vender na região da Ret62.

Princípios de Permanência e Liquidação

Princípio Mor das Operações

  • Na hora de operar, meus objetivos são, nesta ordem:
    1. Ganhar dinheiro.
    2. Não perder dinheiro.
    3. Perder o mínimo possível de dinheiro.

Princípio do Local do Stop

  • O local correto do stop de uma operação é:
    • Onde muda o Contexto dessa operação; OU
Atenção

Às vezes, o local correto do stop (onde muda o contexto) pode ser financeiramente inviável.

  • Baseado em um critério estratégico da operação.

Princípio do Não Pagar para Ver

  • Eu só pago para ver se os personagens presentes no gráfico me dizem que o mais provável é que os preços continuem caindo e que, se os preços não se comportarem de acordo com a queda, eu não vou perder dinheiro.
    • Não contrariando princípios como o da proximidade.

Princípio do Pagar para Ver

  • Eu só pago para ver quando:
    • Estou posicionado corretamente.
    • Tem personagens no gráfico que indicam que os preços devem continuar indo para o lado da operação.
    • INEXISTEM personagens no gráfico alterando a mensagem inicial da entrada ou que indicam que os preços estejam mudando o contexto (ou seja, dizendo que não é mais provável que os preços continuem indo para o lado da operação).

Princípio da Liquidação em Contexto de Correção

  • Em um Contexto de Correção, chegou na referência de liquidação? Liquide na descendente!

Lista dos 10 Princípios e 1 Personagem Mais Recorrentes

  1. Princípio da Completude e Incompletude
  2. Princípio da Harmonização e Coerência
  3. Princípio da Hierarquização
  4. Princípio da Simultaneidade
  5. Princípio da Relação dos Personagens com o MR
  6. Princípio das Super-Travas
  7. Princípio dos Biruleibes
  8. Princípio do Ou Mais
  9. Princípio da Renovação
  10. Princípio das Dívidas Pendentes
  11. Personagem do Pivô Intraday

Lógica Estrutural da Metodologia [Venda]

  • Operar contra a Completude da Completude da Completude Completa PARA CIMA.

  • Travar na Trava da Trava da Trava da SUPER-TRAVA de RESISTÊNCIA.

  • Com ausência OU distância de SUPER-TRAVAS e Travas de SUPORTE.

  • Como Vender:

    • Vendas espetadas:
      • Entradas no momento da Trava na Trava da Trava da Trava da SUPER-TRAVA de RESISTÊNCIA com Protocolo G15 de Alta SUPER-TRAVADO para Subir.
    • A Favor de uma Incompletude PARA BAIXO que:
      • Começou com força E manteve a força.
        • Exemplo: Pivô Trampolim de Baixa.

Quadro Mágico

  • O COMPORTAMENTO DAS ONDAS É SOBERANO ÀS MINHAS VONTADES.
  • SIGA AS ORDENS DO GRÁFICO!
  • NÃO SEJA DETERMINISTA! SURGIRAM NOVOS PERSONAGENS?
    • QUAIS SUAS MENSAGENS?

Quadro Mágico