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Coisa

Durante anos, um segredo crucial permaneceu oculto nos ensinamentos de VF, um conhecimento poderoso conhecido apenas como 'A Coisa'. Enquanto a maioria dos alunos dedicava seus estudos à 'Falha', convictos de que ela era a principal bússola para antecipar as reversões do ciclo, um grupo seleto de iniciados compartilhava o acesso a uma verdade mais profunda. Por quase uma década, a 'Falha' foi a referência dominante. Contudo, em um momento revelador, VF decidiu desvendar o mistério. 'A Coisa' foi apresentada, não como um conceito complementar, mas como a peça fundamental, a referência suprema para identificar a iminente reversão de um ciclo, transformando a compreensão estabelecida.

Definindo "A Coisa"

'A Coisa' funciona como o Marco Referencial mais crítico dentro de um ciclo de preço. O rompimento (ou "vitória" sobre) este marco sinaliza um enfraquecimento significativo do ciclo vigente, abrindo caminho para uma potencial reversão na direção oposta.

A identificação exata de 'A Coisa' depende da estrutura do ciclo:

  • Ciclo de 5+ Ondas: 'A Coisa' é definida por uma linha horizontal traçada no vértice da antepenúltima Onda Ímpar do ciclo de alta (ou baixa) vigente.
  • Ciclo de 3 Ondas (com 3+ Ondas Internas): 'A Coisa' corresponde à linha mais baixa (em ciclo de alta) ou mais alta (em ciclo de baixa) entre a Falha Reversa do Ciclo Principal (de "fora") e a Falha Reversa das Ondas de Dentro.
  • Ciclo de 3 Ondas (sem Ondas Internas): Neste cenário específico, não há referência clara para 'A Coisa'.

Confirmação da "Feitura" da Coisa

A forma como a "feitura" de 'A Coisa' é confirmada varia conforme o contexto das ondas:

  • Ondas Mixus: É necessário o fechamento de um candle válido abaixo da linha da 'Coisa de Baixa' ou acima da linha da 'Coisa de Alta' para confirmar sua formação.
  • Ondas de Extremos: O box (da Himage.pngigh Low Zone) deve fechar abaixo (para 'Coisa de Baixa') ou acima (para 'Coisa de Alta') da referência. No entanto, operacionalmente, pode-se considerar a entrada em uma operação antes do fechamento do box, bastando que o preço esteja negociando abaixo (para venda) ou acima (para compra) do nível da 'Coisa'.
Feitura da Coisa em Ciclo de 5+ Ondas (Exemplo 1 e 2)Feitura da Coisa em Ciclo de 3 Ondas (Exemplo 3 e 4)
Definição de A Coisa - Parte 1Definição de A Coisa - Parte 2

Influência Direcional

Uma vez que 'A Coisa' é estabelecida ("feita"), o ciclo passa a operar sob sua influência direcional. Essa influência pode ser de Alta, impulsionando os preços para cima, ou de Baixa, pressionando os preços para baixo.

Validação e Invalidação ("Destruição")

É crucial notar que a simples formação de 'A Coisa' não é uma garantia absoluta de reversão. Este marco referencial pode ser rapidamente invalidado (ou "destruído") logo após sua formação. Isso pode indicar a continuação da tendência anterior ou simplesmente uma falha na tentativa de reversão.

Destruição da Coisa

Oportunidades em Correções

Considere um cenário de correção dentro de uma tendência estabelecida: se o movimento corretivo falha em estabelecer 'A Coisa' contrária ao ciclo predominante e, em vez disso, forma 'A Coisa' alinhada com a influência direcional anterior, isso frequentemente sinaliza uma oportunidade clara para operar a favor da tendência original ("atacar o ciclo").

Correção Favorável

Contextos de Identificação (Coisa com 3 Ondas)

Como mencionado na definição, a identificação de 'A Coisa' em ciclos de 3 ondas com sub-ondas internas requer atenção especial. Nesses casos, utiliza-se a relação entre a 'falha reversa do biruleibe' (ondas internas) e a 'falha reversa do ciclo principal' (ondas externas). O rompimento de níveis chave derivados dessas falhas reversas configura a formação de 'A Coisa'.

Coisa com 3 Ondas

A Coisa "Emprestada"

Este conceito é válido somente para Ciclos de 3 Ondas de Correção em que o Ciclo atual não possui a referência da Coisa.

Chamamos de "A Coisa Emprestada" quando estamos por exemplo, em um Ciclo de Correção de 3 Ondas de Alta, e usamos a Falha Reversa de Baixa do Ciclo Atual + uma referência do Ciclo anterior empresada que pode ser a Falha Reversa de Alta ou a Falha de Alta do Ciclo Anteior conforme mostrado nas 4 imagens abaixo:

A Coisa Emprestada (com a Falha Reversa do ciclo anterior)A Coisa Emprestada (com a Falha do ciclo anterior)
A Coisa Emprestada (com a Falha Reversa do ciclo anterior)A Coisa Emprestada (com a Falha do ciclo anterior)
A Coisa Emprestada Ciclo-Ciclo de Baixa (3 - 3)A Coisa Emprestada Ciclo-Ciclo de Baixa (5+ - 3+)
A Coisa Emprestada (com a Falha Reversa do ciclo anterior)A Coisa Emprestada (com a Falha do ciclo anterior)

Especificamente na Situação 4, para um Ciclo Atual com 5+ Ondas, a Coisa "Emprestada" só se torna relevante se a Coisa do próprio Ciclo Atual estiver significativamente distante. O princípio da proximidade sugere que, sempre que possível, devemos aguardar a Coisa de Baixa do ciclo atual, que já está estabelecida. Contudo, em cenários onde a Coisa do ciclo atual está distante, a Coisa Emprestada oferece a possibilidade de antecipar uma entrada.